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Analoc é presença importante no evento Tendências do Mercado Brasileiro de Equipamentos Para Construção da Sobratema

November 21, 2017

 

Queda de 15% em 2017 e retomada de 7,9% em 2018 é a expectativa do mercado

 

O setor de locação de equipamentos esteve muito bem representado pela  diretoria da Analoc  que compareceu em peso no dia 9 de novembro  em São Paulo ao  evento Tendências do Mercado de Equipamentos para Construção, promovido pela SOBRATEMA – Sociedade Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração,  que  fez uma radiografia  do setor em 2017 e lançou esperanças e expectativas um pouco mais positivas já para 2018.

 

O encontro, em sua 12ª edição reuniu não só o setor de locação de equipamentos, mas também cerca de 300 empresários, engenheiros, profissionais da indústria, representantes de outras entidades setoriais inclusive locação de equipamentos, formadores de opinião, autoridades e jornalistas, que puderam conhecer informações inéditas e relevantes sobre o segmento.

 

Como faz anualmente, o jornalista e economista Brian Nicholson apresentou o mais novo e inédito Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção.  E dessa vez, os números foram um pouco mais animadores: a expectativa para 2018 é de uma retomada nas vendas de máquinas com alta nas vendas de 7,9%.

 

A linha amarela deverá apresentar um crescimento de 8% e as demais categorias de equipamentos, um aumento de 7,3%.  Para os caminhões rodoviários usados na construção, a previsão é de uma alta de 8%.

 

Neste ano de 2017 a entidade registrou mais uma vez queda importante na comercialização de máquinas. As vendas devem totalizar 12,1 mil unidades contra 14,4 mil unidades em 2016, o que significa uma redução de 15%  perante  o ano anterior.

 

Já para a linha amarela, o Estudo Sobratema constatou uma redução  nas vendas de 9% em 2017 em relação a 2016. Os equipamentos com menor retração estimada são as pás carregadeiras (queda de 5%) e as minicarregadeiras (9%). As miniescavadeiras terão a maior queda, com 32%.

 

Paradoxalmente, algumas famílias de máquinas devem conseguir dados positivos ainda esse ano, como por exemplo caminhões fora de estrada (150%), motoniveladoras (56%) e plataformas aéreas (38%) e Gruas (25%).

 

A alta na comercialização de plataformas  aéreas e gruas, segundo a avaliação da Sobratema, deve  beneficiar outras categorias divulgadas no setor como por exemplo guindastes, compressores portáteis, manipuladores telescópicos e tratores de pneus, que dever ter uma alta de 5% nas vendas em relação a 2016.

 

O estudo fornece ainda informações relacionadas aos equipamentos da área de concreto. Os caminhões betoneira devem ter uma baixa de 44% em 2017 enquanto as centrais de concreto um aumento de 15%.

Para o próximo ano, o Estudo do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção projeta uma retomada, com alta nas vendas de 7,9%. A linha amarela deverá registrar um crescimento de 8% e as demais categorias um aumento de t,3%. Os caminhões rodoviários utilizados na construção terão alta de 8% - tudo isso se na política não acontecerem grandes percalços como nesse ano e o país retome investimentos na infraestrutura.

  

Apesar dos pesares, crescimento

 

Um dos destaques da décima segunda edição do Estudo de Mercado  foi a palestra “O Brasil voltará a crescer: Desafios e Oportunidade$” do jornalista e economista Luís Artur Nogueira, que abordou a atual situação econômica do Brasil e como o cenário político influencia nos negócios de 2017 e do próximo ano. O especialista lembrou que o quadro de incertezas não é exclusividade do Brasil; citou a política econômica protecionista do atual presidente dos EUA, Donald Trump, que afeta todo o mundo e também a China, cujo crescimento não é tão alto quanto há alguns anos. Porém, Nogueira fez a ressalva de que a economia do país asiático segue forte pois, entre outros motivos, o governo chinês segue investindo em obras de infraestrutura.

 

Segundo a avaliação do jornalista, a receita também vale para o Brasil. "A economia já começou a crescer, apesar das incertezas políticas. É positivo que o consumo tenha aumentado, assim como a produção do agronegócio, mas o crescimento sustentável do Brasil virá apenas com a retomada dos investimentos", analisou.

 

Em 2017, o PIB do Brasil cresceu pela primeira vez após dois anos de desempenho negativo. O especialista lembrou também que, ao contrário da gestão precedente, o governo Temer conta com apoio no Congresso e com uma equipe econômica com maiores chances de aplicar políticas efetivas de retomada da economia.

Uma dessas medidas é o recém-anunciado Projeto Avançar, pacote que irá investir cerca de R$ 130 bilhões em infraestrutura entre 2017 e 2018. O montante reúne investimentos da União, estatais e financiamentos de bancos públicos. O maior orçamento do pacote é referente ao Avançar Energia, com 97 projetos, entre leilões de geração, transmissão e ofertas de petróleo e gás.  Outra parte do plano é o Avançar Cidades, que prevê aproximadamente R$ 30 bilhões em empréstimos a serem tomados pelo setor privado junto aos bancos públicos.

 

Nogueira ainda fez uma previsão sobre as eleições presidenciais de 2018: "Se as urnas no ano que vem elegerem uma agenda reformista, focada em investimentos e geração de empregos, o Brasil irá crescer muito nos próximos anos”.

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