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A prática da Locação e a produtividade das empresas

Com crise ou sem crise, seja qual for o encaminhamento político e econômico no Brasil e no mundo, uma tendência prevalece nos dias de hoje: a locação de bens . De acordo com especialistas, o que se vê hoje é uma tendência cada vez maior em todas as atividades econômicas de se “compartilhar bens” e não “possuí-los”, deixando livre o capital para outro tipo de investimento.

Na construção civil não é diferente, mesmo com as turbulências econômicas e políticas  do  Brasil, o fortalecimento da atividade de locação  é um caminho sem volta para a maioria das empresas do setor. Entre os pontos mais vantajosos está o custo de manutenção, que fica a cargo da empresa de locação, e não do cliente. Além disso, as empresas locadoras oferecem todo o apoio técnico para suporte do equipamento alugado.

Outro ponto importante a ser considerado é que o cliente só utiliza o equipamento conforme a sua necessidade, evitando assim a ociosidade e os problemas decorrentes de uma maquina parada por longos períodos. Soma-se a tudo isso o fato da empresa disponibilizar para o locatário, um parque de máquinas tecnologicamente renovado e uma significativa redução de gastos com impostos, uma vez que os valores gerados a com locação são contabilizados como despesas e a compra de máquinas significa aumento de patrimônio.

Ainda que o Brasil e a América Latina tenham índices de locação bem abaixo dos Estados Unidos e da Europa, a medida que o mercado nacional se organiza e se torna mais profissionalizado, com regras claras e boas práticas, deverá seguir a tendência mundial de expansão.

 

Este é o papel da ANALOC: Unir as entidades do setor em uma única associação com abrangência nacional,  criando ferramentas de apoio, interação e profissionalização para que assim a classe ganhe maior representatividade governamental, destacando também, sua grande participação na economia do país. Para o presidente da Analoc Reynaldo Faiha, estudos da entidade mostram que atualmente uma média de 30% das máquinas utilizadas em obras de construção no país são locadas, entre equipamentos leves e de grande porte. As projeções, porém, apontam para um crescimento efetivo”.

Além disso, como enfatizam os especialistas, há apenas algumas décadas era comum que as próprias construtoras fossem proprietárias de 100% das frotas de equipamentos, algo que também vem mudando. “Aqui, o mercado de locação ainda é novo, está na primeira geração”, observa o presidente da Analoc. “As empresas estão aprendendo a lidar com o mercado, com os altos e baixos, a aprimorarem a gestão, capacitação de pessoal e a implantar recursos e ferramentas tecnológicas que facilitem a administração. É um setor que ainda está em fase de maturação. Mas a Analoc veio para contribuir com essa realidade apoiando as associações e sindicatos locais e realizando eventos que amplifiquem o debate em torno do setor cada vez mais.”

Números do setor